Desenterre o seu nintendinho antes de assistir esse filme. Faça isso mesmo. Jogue Zelda, Final fantasy e montes de coisas legais de 64 bits que você conseguir achar. Enquanto joga, bote uns discos indies no fundo e depois de combinar o Ruy do Street 1, com um ritimo shoegazer, aí você vai estar no ponto para assistir esse filme.
Que não é sobre música ou videogames, mas fazem uma beleza de pano de fundo.
Basicamente, é um filme sobre discutir a relação, e feito de um jeito que nós os caras, podemos assistir sossegados, já que tem brigas incríveis, e uma sucessão de piadas por minuto que te levam muito bem pela hora e meio do filme.
Scott Pilgrim é um cara meio relaxado, que tem uma bandfa indie em Toronto, e vai levando a vida, com seus 22 anos, desempregado, e com uma namoradinha chinesa de colégio de freiras, até que vê Ramona Flowers, e o filme realmente começa. Quando tem que, literalmente, enfrentar todos os ex-namorados dela, um passado que a persegue, ele também vai encarando o seu, mas calma, de um jeito totalmente legal, e, já falei sobre as brigas incríveis?
Poucos filmes conseguem ser tanto de um direto quanto esse. O elenco é ótimo, a música te leva junto com a história, e fotografia te faz ver tudo o que você precisa, os efeitos especiais são realmente especiais, e dava para continuar assim em cada aspecto desse filme, e todos iriam acabar em Edgar Wright. Fazendo onomatopéias visíveis estarem em sintonia com telas divididas e camisetas legais, ele realmente construiu um filme que enche os olhos, os ouvidos e te leva para um lugar diferente de onde você estava, sem desligar o seu cérebro, e de um jeito bacana.
Com brigas realmente incríveis.
Ficha do Filme no IMDB (Internet Movie Database)
Ficha do Diretor no IMDB (Internet Movie Database)








































